O Memorial de Curitiba é um espaço moderno, concebido para abrigar atividades culturais múltiplas, incluindo exposições e apresentações cênicas e musicais, e preservar e expor a história da cidade. O espaço também é utilizado para seminários, palestras, oficinas, congressos, lançamentos de livros, entre outras atividades. Suas instalações compreendem salas de exposições (Salão Paranaguá, Salão Paraná e Salão Brasil), um auditório de 144 lugares (Teatro Londrina), o Mirante do Marumbi e uma praça interna para grandes eventos (Praça do Iguaçu).

  • 3ª a 6ª das 9h às 18h (Praça)
  • 3ª a 6ª das 9h às 12h e das 13h às 18h (Salas de Exposição)
  • Sábados, domingos e feriados das 9h às 15h (total)

Histórico

Idealizado nos 300 anos de Curitiba, o Memorial foi projetado em linhas modernas, vigas metálicas, cobertura e laterais de vidro transparente, em contraste com as centenárias construções do setor histórico. Inaugurado em 1996, o edifício, que tem projeto arquitetônico inspirado no pinheiro paranaense, transformou-se num destacado centro cultural da cidade.

Abriga obras importantes como os altares rétabulos da Matriz de Curitiba, talhados em madeira policromada do século 18, nos quais o Papa João Paulo II celebrou missa quando esteve em Curitiba, além de duas volutas e dois sacrários. Esse espaço, denominado Capela dos Fundadores, recebeu pinturas do artista plástico Sergio Ferro, onde se percebem imagens expressivas da história curitibana, desde a presença de portugueses, índios, mamelucos, tropeiros e imigrantes europeus. O artista assina também o painel da Praça do Iguaçu, que remete ao descobrimento do Brasil.

O Piso da Praça é revestido em paralelepípedos reciclados das ruas Vicente Machado e Saldanha Marinho. Neste espaço, estão expostas em caráter permanente obras como a “Tocadora de Guitarra”, de autoria do escultor Victor Brecheret; “Leonardo Da Vinci”, escultura em concreto de Poty Lazzarotto; “O Filósofo”, escultura em bronze de Zaco Paraná; o “Cavalo Marinho” e “O Sonho”, do escultor Ricardo Todd, além das “Quatro estações” – esculturas em bronze de João Turin, encomendadas pelo então governador Moisés Lupion para ornar um chafariz em sua residência, que foram doadas ao município. Outro escultor, o catarinense Elvo Benito Damo, residente em Curitiba, é o criador do “Rio dos Pinhões”, com 15 metros de comprimento, composto de 4.500 unidades (entre pinhões e pinhas) moldadas em argila.

O Memorial também abriga em caráter permanente, a escultura “O Bóia-fria em Curitiba”, de Expedito Rocha, no hall de entrada do Salão Brasil.